Região de Campinas concentra US$ 2,1 bilhões em investimentos e indústria é líder em SP — SEADE

Assessoria Empresarial

Para quem está à frente de um negócio, é obrigatório olhar para a empresa com uma boa dose de realidade a fim de identificar a verdadeira situação.

Sem um diagnóstico correto, corre-se o risco de utilizar o remédio errado, não alcançando os resultados esperados ou trazendo consequências ruins.

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Prestamos serviços de consultoria totalmente personalizados a sua realidade, visando atender aos objetivos próprios de cada cliente. Oferecemos diagnóstico para avaliar a situação financeira e organizacional da empresa, através da análise crítica das áreas, processos, pessoas e modelo de gestão. Além disso, identificamos os pontos críticos e suas potencialidades, propiciando soluções que gerem melhorias de resultado e performance por meio de um projeto de consultoria ajustado a sua demanda.

Possuímos parceria com profissionais altamente conceituados no mercado, incrementado seu leque de serviços com soluções nas seguintes áreas: Assessoria Contábil, que irá auxiliar na elaboração do planejamento fiscal, tributário e contábil da empresa; Pesquisa de Mercado & Cliente Oculto, uma ferramenta desenvolvida para avaliar de maneira inteligente e eficaz a sua imagem no mercado, e por fim, a Valuation (Avaliação de Empresas) que é o estudo para identificar o valor de mercado da sua empresa.

Estamos desenvolvendo uma ampla gama de treinamentos empresariais (presenciais e a distância) voltados a empreendedores, líderes e colaboradores, com foco em maior produtividade, capacitação técnica e melhores resultados para a empresa.
Na contra mão dos treinamentos empresariais convencionais, nossa metodologia mescla o conhecimento teórico à exercícios práticos, capacitando os imersos na concepção, capacitação e mensuração dos indicadores, mas acima de tudo, no incremento dos resultados da corporação.

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Treinamento neste mês!

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A MTM tem ajudado centenas de empresas a Melhorar suas finanças e Tomar decisões imparciais, e eles te contam como tem sido essa experiência:

Tivemos a experiência em um período receber a consultoria financeiro da MTM. Sem dúvidas foi a primeira consultoria empresarial com uma abordagem diferente em vários sentidos: muito flexível, participativa, e de baixo custo; o que valeu muito a pena também diante o cenários em que estávamos passando. Com tudo isso, conseguimos uma ótima e diferente reestruturação organizacional e de processos e melhor de tudo, mudança de conceito com a implantação de novos método. Indico a consultoria e, além disso, a parceria que é criada após todo o processo

Lucas, RL Compósitos

Temos uma parceria de muito sucesso com a MTM Consultoria. Nossos números podem comprovar, estamos cada vez mais satisfeitos por conta do excelente trabalho desenvolvido.  O empenho e atenção de toda a equipe, é o ponto chave desse sucesso. Estão sempre disponíveis a auxiliar e a complementar as nossas ideias, assim tornando possível a concretização de nossos objetivos.
A General Diesel tem muito a agradecer e a comemorar com a MTM, afinal os números não mentem!!

Hallisson A. Oliveira, General Diesel

Últimos Artigos

As 100 marcas mais valiosas do mundo

1 de maio de 2019|0 Comments

A consultoria Interbrand divulgou a edição 2018 do ranking Best Global Brands, em que aponta quais são as 100 marcas de maior valor no mundo. Sem surpresas, a Apple ocupa o primeiro lugar da lista, avaliada em US$ 214 bilhões - é a primeira marca da história a atingir este patamar. Ela é seguida pelo Google e a Amazon, que valem US$ 155,5 bilhões e US$ 100,7 bilhões, respectivamente.

O que os empresários querem saber?

Os custos fixos, como: pró-labore, aluguel, salários e encargos, energia elétrica, telefone, etc., não variam em decorrência das vendas. Já os custos variáveis, os de compra dos produtos, os impostos, e as comissões, por exemplo, são diretamente ligados às vendas, oscilando conforme o aumento ou a redução das receitas. Esta é a primeira etapa para se penetrar diretamente no mundo financeiro da empresa, realizando os controles dos custos fixos, conhecidos também por indiretos, e os custos variáveis, os que estão diretamente ligados à comercialização dos produtos e serviços.

Este parâmetro, apesar de ter uma grande importância na análise de resultados da empresa, é muitas vezes deixado de lado pela extrema dificuldade em obtê-lo. Efetuar este controle manualmente é muito trabalhoso, pois cria um número enorme de papéis e informações, que para serem devidamente analisados, demandam muito tempo de empregados ou do próprio empresário, não justificando, para muitos, a contratação de uma pessoa para realizar o  controle específico deste item. Mas o que é o CMV – custo da mercadoria vendida? São os custos das mercadorias e/ou serviços que originam o faturamento mensal da empresa, não importando o dia em que aconteceu o pagamento ao fornecedor, mas sim a data em que foi comercializado o produto e/ou serviço. Sem esta informação, é impossível conhecer o resultado do demonstrativo mensal de resultados e nem tão pouco definir o ponto de equilíbrio do negócio. Assim, mãos à obra, levantar o CMV é preciso, inventar um valor não.

A função desta ferramenta é a de informar o empresário sobre a situação da movimentação diária dos recursos financeiros, disponibilizando as informações pertinentes aos pagamentos, recebimentos e ao saldo, realizados e a se realizarem, de forma diária e acumulada. A composição do Fluxo de Caixa pode variar muito, porém as informações devem estar estruturadas diariamente e de forma acumulada, informando os pagamentos, recebimentos e o saldo, ao longo do tempo. O resultado acumulado do fluxo de caixa, quando negativo, pode significar o óbvio: a empresa está gastando mais que a sua receita permite.
As causas podem ser:

• Os prazos para pagamentos, oferecidos aos consumidores são maiores que os prazos que os fornecedores oferecem à sua empresa;
• O valor das parcelas das compras realizadas em datas sazonais, como por exemplo, Natal e Dia das Mães, são mais altos que o saldo de caixa;
• As compras para a composição de estoque estão muito elevadas, em relação ao giro de estoque efetivo da empresa;
• As retiradas de pró-labore estão além das possibilidades da empresa;
• Os juros bancários estão crescendo, em virtude da constante operação de descontos de cheques pré-datados, duplicatas, e ainda, adiantamento dos cartões de crédito. Mas existe a situação ideal: o saldo do Fluxo de Caixa está positivo, portanto, a empresa está conseguindo cumprir as suas obrigações, realizando o oposto dos itens citados acima. Através do Fluxo de Caixa, o empresário pode manter suas contas em equilíbrio, postergando ou adiantando receitas ou débitos ao longo de um período.

Se existe uma empresa, precisa também existir o fluxo de caixa para controlar os saldos ao longo da sua existência. Sem esta ferramenta, seria como o empresário administrar a empresa com os olhos vendados. 60 As 40 perguntas mais frequentes dos empresários 61 As 40 perguntas mais frequentes dos empresários

O Ponto de Equilíbrio (PE) informa ao empresário o faturamento mensal mínimo necessário para cobrir os custos (fixos e variáveis), informação esta que muitas vezes é vital para a análise de viabilidade de um empreendimento ou da adequação da empresa em relação ao mercado. Para calcular o Ponto de Equilíbrio (PE) em reais (faturamento), faça o seguinte: Fórmula: PE = Custo Fixo / IMC (índice da margem de contribuição).
Portanto, inicialmente calcule:
• O valor total do custo fixo mensal.
• O índice da margem de contribuição.
Para calcular o índice da margem de contribuição utilize o DRE Demonstrativo de Resultados do Exercício).
Itens / Valor (%)
1. Vendas / 30.000,00 (100%)
2. Impostos / 3.000,00 (10%)
3. Comissões / 1.500,00 (5%)
4. Custos das Mercadorias Vendidas / 15.000,00 (50%)
5. Margem de Contribuição (1-2-3-4) / 10.500,00 (35%)*
6. Custos Fixos / 7.500,00 (25%)
7. Lucro Líquido (5-6) / 3.000,00 (10%)
% = relação percentual do item com o valor das Vendas
* Índice da Margem de Contribuição – IMC
IMC = Margem de Contribuição / Vendas
IMC = 10.500,00 / 30.000,00 = 0,35 ou 35%
Assim, após ter em mãos as duas informações, custos fixos e o IMC, você poderá calcular o Ponto de Equilíbrio – PE.
Para calcular o PE:
PE = Custos Fixos / IMC
PE = 7.500,00 / 0,35 = 21.428,57
PE = R$ 21.428,57

Utilizando o demonstrativo de resultados do exercício – DRE. A função desta ferramenta é a de informar se a empresa está obtendo lucro ou não nas operações pertinentes a um determinado período, geralmente de um mês. Os valores que compõem o DRE devem corresponder ao mês que está sendo analisado, portanto, não necessariamente, se houve a efetivação dos pagamentos dos custos e dos recebimentos das vendas, naquele determinado mês. O DRE possibilita diversas análises, como a do Lucro Líquido ou Prejuízo. Se a empresa tiver com valor negativo pode significar:
• Faturamento abaixo do ponto de equilíbrio, faturamento necessário para pagar os custos e despesas.
• Custos Fixos elevados em relação ao faturamento.
• Formação dos preços de venda com margens muito baixas de lucro ou até mesmo zeradas ou negativas, possivelmente os preços estão sendo calculados sem a inserção dos custos fixos.
• Despesas financeiras muito elevadas, devido, provavelmente, ao desconto de cheques ou duplicatas.

Quando uma empresa inicia as suas atividades, recebe dois tipos de investimentos. Um, considerado como investimento fixo, que servirá para a aquisição das máquinas, móveis, prédio, ferramentas, enfim, para investir em itens do ativo imobilizado. A outra parte dos investimentos vai compor uma reserva de recursos para ser utilizada conforme as necessidades financeiras da empresa ao longo do tempo. É o chamado capital de giro. Esses recursos ficam alocados nos estoques, nas contas a receber, no caixa ou na conta corrente bancária. O estoque de uma empresa é formado e mantido em função das necessidades do mercado consumidor, portanto, Fique atento! Reconhecer e também administrar, de forma correta, o valor correto do capital de giro significa ficar longe de descontos de cheques pré-datados e duplicatas, todos os dias. este está sempre sofrendo mudanças de investimentos, seja em tipos de itens ou em quantidades. Quanto maior a necessidade de investimento nos estoques, mais recursos financeiros a empresa deverá ter. As contas a receber são resultados das vendas realizadas a prazo, ou seja, o seu cliente leva o seu produto e lhe devolve o recurso financeiro depois. Portanto, quanto mais prazo você oferece ao cliente ou quanto maior for a parcela de vendas a prazo no seu faturamento, mais recursos financeiros a empresa deverá ter. É nas contas correntes bancárias e no caixa que fica concentrada a parcela dos recursos financeiros disponíveis da empresa, ou seja, aquela que a empresa pode utilizar a qualquer tempo para honrar os seus compromissos diversos. Dependendo do saldo inicial, das entradas e das saídas, pode ocorrer uma falta ou uma sobra desses recursos em um momento específico, dia ou semana. Neste sentido, as decisões de compras e vendas não podem ser tomadas sem nenhum critério. Sempre que uma decisão de compra ou de venda for tomada, é necessário que sejam feitas uma análise e uma avaliação sobre a disposição dos recursos financeiros da empresa para isso. Se for tomada uma decisão de compra em excesso, a empresa deverá ter uma quantidade maior de recursos financeiros. Se for tomada uma decisão de dar mais tempo para os clientes nas vendas a prazo, a empresa também precisará de mais recursos financeiros. Se esse recurso não existe, a empresa acabará tendo de utilizar recursos emprestados de bancos, de fornecedores ou de outras fontes, o que irá gerar uma necessidade de pagamentos de juros, diminuindo a margem de lucro do negócio. Portanto, administrar o capital de giro da empresa significa avaliar o momento atual, as faltas e as sobras de recursos financeiros e os reflexos gerados por decisões tomadas em relação a compras, vendas e à administração do caixa.

A Mão-de-Obra Direta (MOD) deve ser considerada como aquela que está diretamente ligada ao produto ou serviço. De modo geral, pode ser calculada da seguinte forma: – Calcular o salário do empregado com encargos. – Dividir o valor calculado acima por 176 horas, que equivale a 22 dias (quantidade de dias úteis médios mensais por ano) vezes 8 horas. – O empresário, se quiser, pode também utilizar as h-H reais (hora-homem), ou seja, calculando um índice de ociosidade da MOD (mão-de-obra direta). Exemplo: Ociosidade = 5 % -> cálculo das h-H reais = 176 X 0,95 = 167,2 h-H.

Existem diversas formas para o cálculo do preço de venda. Abaixo, segue uma das utilizadas no universo empresarial. – Preço de Venda = Custo do produto ou serviço X Índice de comercialização. – O índice é o resultado da soma dos percentuais dos impostos de comercialização, como o SIMPLES, ICMS, ISS, etc., mais o percentual do custo fixo (custo fixo dividido pelo faturamento mensal médio anual), mais o percentual das comissões e frete, e também o percentual referente à margem de lucro desejada, ou possível do produto ou serviço. – Para determinar o índice, é necessário subtrair de 100% o resultado do item 2 e depois dividir por 100, para que o número fique de forma centesimal. – Para encontrar o índice, divida 1 pelo número encontrado no cálculo do item 3. A fórmula: (100% – (% Impostos + % Custo Fixo + % Comissão + % Frete + % Margem de Lucro)) 100 Depois de encontrar o resultado desta fórmula, divida 1 pelo resultado obtido. Exemplo do cálculo do preço de venda: 1. Custo do produto = R$ 9,00 2. Imposto = 4,0% 3. Comissão = 3,0% 4. Custo Fixo = 25,0% 5. Frete = 6,0% 6. Margem de Lucro = 15,0% 7. Cálculo do índice = (100-(4+3+25+6+15)) = 47 / 100 = 0,47 = 1 / 0,47 = 2,1277 PV = 9,00 X 2,1277 = 19,15 Atenção! Fazer o cálculo matemático dos preços de venda dos produtos e serviços é relativamente fácil; difícil é adequá-los constantemente ao mercado, sem prejudicar o lucro líquido da empresa. Portanto, fique sempre atento às oscilações dos custos fixos e variáveis. Negocie com os fornecedores, antes de reduzir as margens de lucro.

Conseguir identificar a competitividade de venda de um produto ou serviço, antes mesmo de disponibilizá-lo ao mercado, é uma informação que não pode ser desprezada. Para isto, é preciso conhecer a metodologia de cálculo do custo-alvo, ou do custo de compra que atenda as expectativas de margem de lucro do empresário. O custo-alvo informa, portanto, o custo que você deveria conseguir de um determinado produto ou serviço, para oferecer um preço de venda compatível com o praticado no mercado. A fórmula do custo-alvo é a seguinte: Custo-Alvo = Preço de Venda do concorrente / índice de venda utilizado pela sua empresa. Exemplo de cálculo do custo-alvo (CA) 1. Preço de Venda do concorrente = R$ 18,00. 2. Índice praticado na sua empresa = 2,1277 CA = 18,00 / 2,1277 = 8,46 -> este é o custo-alvo, que a sua empresa deve procurar ter junto aos seus fornecedores.